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Celebrações de casamento

AOS CASAIS que buscam cultivar um amor autêntico, oferecemos reflexões para fomentar a longevidade desse amor, no diálogo transparente, na criativa fidelidade, na histórica paciência, na ética do cuidado, na atenção ao jeito de ser, de amar e de caminhar da pessoa amada.

O Mestre Celito Meier poderá participar da celebração da historia do amor que os une como Ministro celebrante. Será uma celebração religiosa temática, expressão fiel da vossa sensibilidade e sabedoria na arte de amar.

A cerimonia religiosa de casamento, assistida pelo teólogo e filósofo Celito Meier, é uma celebração da vida do casal, de sua história e de sua caminhada no amor. A estrutura e a dinâmica da celebração serão construídas em torno dos pilares que fundamentam a vida afetiva do casal.

Esses pilares ou colunas mestras, que sustentam o amor e permitem pensar, confiar e afirmar a longevidade do amor, serão construídos e socializados pelo próprio casal, durante o processo de personalização da celebração.

Na tematização da celebração, o casal será convidado e orientado a descrever a alma da pessoa amada e a construir os próprios votos a serem proferidos na celebração. Nessa personalização, o casal será convidado a rever e a refletir as múltiplas estações do amor, nas quais diferenciadas formas de amar foram e serão solicitadas pelo próprio amor, na histórica paciência, em nome da criativa fidelidade, que defende e promove a autenticidade da pessoa amada, em espírito de liberdade, confiança e diálogo transparente.

Nesse site, você encontrará algumas reflexões sobre a dinâmica evolutiva do amor, no interior da qual a felicidade se torna possível. Para maiores informações sobre as celebrações, deixe aqui a sua mensagem ou entre em contato no e-mail: celitomeier@uol.com.br

Conferências

Conferências em Educação, Ética e Formação Humana

Objetivo
Construir valores que potencializem a convivência humana, do núcleo familiar ao universo profissional.

Estrutura
A combinar.

Dinâmica
A combinar.

Público
Interessados, definidos pela empresa contratante.

Local e Horário
A combinar.

Informações
celitomeier@uol.com.br

Consultoria e Assessoria a Escolas

Formação de professores profissionais na arte de educar.

Público
Professores e educadores em geral.

Local e Horário
A combinar.

Informações
celitomeier@uol.com.br

Curso de Filosofia e Sociologia para o ENEM

preparatório para ENEM

Objetivo
Preparar para o exame do ENEM.

Estrutura
- Aula expositivo-dialogada.
- Leitura de fragmentos filosóficos e sociológicos
- Resolução e correção de questões. - Redação

Dinâmica
Analise dos temas clássicos da Filosofia e da Sociologia.
Estudo dos teóricos mais recorrentes da Filosofia e da Sociologia.
Treinamento semanal de questões inéditas, modelo ENEM.
REDAÇÃO SEMANAL. Obs.: A redação do ENEM é sempre um tema da sociologia ou um problema sociológico


Público
Estudantes de ensino médio.

Local e Horário ( a combinar)


Informações
celitomeier@uol.com.br

Curso de Filosofia da Existência

O existir humano: meditações sobre a angústia de uma existência autêntica.

Objetivo
Reeducar nosso olhar e nossa atitude, em busca de uma existência progressivamente mais autêntica e feliz.

Estrutura
O curso será aplicado em módulos propondo uma questão-problema para reflexão semanal.

Dinâmica
Breve exposição motivadora do tema seguida de um diálogo motivado pelas inquietações, angústias e interrogações suscitadas.

Público
Interessados de qualquer idade e formação.

Local e Horário
A combinar.

Informações
celitomeier@uol.com.br

REFLEXÕES SOBRE A VIDA A DOIS: DA FIDELIDADE

1. DA CRIATIVA FIDELIDADE.
Nos caminhos do amor, iluminados pelo horizonte da harmonia e da comunhão, que só existem na diferença reconhecida e promovida, muitas são as estações pelas quais o casal realiza, amadurece e expressa seus sentimentos e suas atitudes de amor. Assim, cada estação solicita um jeito singular de amar. Eis, aqui, o sentido da fidelidade, que se faz criativa.

Contrariamente ao sentir do comum dos mortais, que reduz a fidelidade ao não trair, a autenticidade do amor solicita uma ética do cuidado, capaz de construir o jeito de amar, em conformidade com a circunstância do amor, segundo o ritmo e o tempo da pessoa amada. Por isso, a fidelidade deixa de ser vista como um peso, e passa a ser buscada com a alegria de quem vive em verdadeira comunhão, com espírito de discernimento.

A fidelidade torna-se expressão do desejo de quem quer cultivar e viver para a opção feita e cotidianamente renovada. Assim, cultiva-se o sentimento e a atitude de um continuado encantamento. Essa capacidade de, permanentemente, renovar a decisão reforça os vínculos e possibilita a experiência da longevidade do amor.

Com efeito, toda decisão traz em si uma cisão, uma ruptura, que implica morte necessária para outras formas de expressão da vida, em nome da consagração a uma vida querida, projetada e cultivada no cotidiano da existência. Isso implica vigilância de espírito para não construir outros sagrados concorrentes com o assumido, o que acabaria criando um distanciamento e um esfriamento em relação ao projeto inicial.

Com efeito, conforme expressão de Santo Agostinho: “o que move o ser humano não são os seus pés, mas é o seu afeto”. Assim, é preciso sempre verificar o destinatário do nosso afeto, aquilo nos recebe plenamente. Com efeito, o desafio do homem e da mulher, do casal, é ficarem muito atentos para não se deixarem mover por afetos que os conduzam a uma direção contrária ao projeto original.

A dificuldade em conseguir vivenciar essa autentica fidelidade está relacionada com a força da impulsividade egocêntrica e passional do ser humano. Essa capacidade de lutar contra as paixões cegas e desordenadas que constituem a nossa primeira natureza não costuma ser muito cultivada em nossa cultura. Afinal, vivemos em uma sociedade na qual o sacrifício e a renúncia parecem não fazer parte do quadro das virtudes defensáveis, uma vez que o ideal defendido é a liberdade, entendida muito mais como estar desprovido de laços, reduzida uma concepção negativa. Nessa lógica, renunciar a algo prazeroso parece ser destituído de sentido.

Na contramão desse fluxo superficial do reino da banalidade e do espontaneismo, torna-se imperativa a exigência da criativa fidelidade, como expressão de um amor autêntico, que aprendeu a cuidar.

REFLEXÕES SOBRE A VIDA A DOIS: O PROJETO DO CASAL

É comum ouvirmos a expressão: “filhos não garantem casamento”. O elemento decisivo encontra-se na habilidade que o casal vai formando de construir projetos a dois, de sonhar juntos, de olhar para um mesmo horizonte, traçar metas e estratégias, elaborar prioridades e tomar decisões conjuntas e solidarias. Sendo assim, os erros serão menores, haverá muita aprendizagem e permanente processo de amadurecimento, que acabará fortalecendo os próprios laços que unem o casal.

Esse projeto não é artificialmente projetado, como algo a priori; ao contrário, na rotina do caminhar de cada dia, acontecimentos e circunstancias se transformam em oportunidades para o casal delinear seus horizontes e suas formas de caminhar. Nessa lógica, um dos elementos mais decisivos é permanecer atento às necessidades de ajustes ou transformações no projeto.

Um risco sempre presente é o natural individualismo, que se expressa na sobreposição e na dominação de um olhar sobre o outro. Com isso, não há relação que dure, pois se trata de uma trama de dominação e submissão de vontades individuais. Infelizmente, muitos casais se formam e vivem no cotidiano como se fossem dois indivíduos que momentaneamente se juntam por alguns interesses específicos comuns.

A longevidade do amor tem relação com um projeto elaborado pelo casal no qual as realizações individuais caminham lado a lado com o bem-estar e a realização do casal como casal, no qual inteligência e coração, razão e afeto se retroalimentam, de tal forma que o afeto fica cada vez mais inteligente e a inteligência mais afetiva. Por isso, o verdadeiro amor deseja e faz o bem à pessoa amada, de forma que o amante se alegra verdadeiramente no ato de amar e de colaborar na elevação espiritual da pessoa amada.

É impossível querer vida a dois que não implique em abrir mão, abnegar ou renunciar a desejos individuais, em favor da sustentabilidade da relação do casal. Essa é uma dificuldade para muitos, que cresceram com a ideia da ausência de limites e restrições a suas vontades. Por isso, casamento não é algo natural e tampouco algo para o qual todos estejam preparados. Trata-se de uma aprendizagem que não é fácil, embora gratificante e promotora de humanidade.